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segunda-feira, 26 de março de 2012

Poemas - O que foi dito pra rosa - Rumi


O que foi dito pra rosa e que a fez abrir-se,
Foi dito a mim aqui no meu peito.

O que foi dito para o pinheiro que o fez forte e alto,
O que foi sussurrado para o jasmim, para ele ser o que é,
O que quer que tenha feito a cana de açúcar doce,
O que quer que tenha sido dito para os habitantes da cidade
De Chigil no Turquistão, que os fez tão lindos,
O que quer que faça a flor da romã ficar corada como uma face humana,
Foi dito pra mim agora, e eu fico corado.
O que quer que ponha eloquência na linguagem, isso está acontecendo aqui.

As grandes portas do armazém se abrem
E eu sinto gratidão,
Mastigando um pedaço de cana de açúcar e
Apaixonado por Aquele a quem tudo isso pertence.

Rumi

Postado por http://ricardo-yoga.blogspot.com.br/

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Morrei de amor - Rumi



Morrei, morrei, de tanto amor morrei,
morrei, morrei de amor e vivereis.

Morrei, morrei, e não temeis a morte,
voai, voai bem longe, além das nuvens.

Morrei, morrei, nesta carne morrei,
é mero laço, a carne que vos prende!

Vamos, quebrai, quebrai esta prisão!
Sereis de pronto príncipes e emires!

Morrei, morrei aos pés do Soberano:
e assim sereis ministros e sultões!

Morrei, morrei, deixai a triste névoa,
tomai o resplendor da lua cheia!

O silêncio é sussurro de morte,
e esta vida é uma flauta silente.

Djalal Ud-din Rumi

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Rumi - Trecho do Masnavi



Levanta-te, ó filho! Rompe tuas cadeias e sê livre!
Quanto tempo serás cativo da prata e do ouro?
Embora despejes o oceano em teu cântaro,
Este não pode conter mais que a provisão de um dia.
O cântaro do desejo do ávido nunca se enche,
A ostra não se enche de pérolas até a saciedade;
Somente aquele cuja veste foi rasgada pela violência do amor
Está inteiramente puro, livre de avidez e de pecado.
A ti entoamos louvores, ó Amor, doce loucura!
Tu que curas todas as nossas enfermidades!
Que és médico de nosso orgulho e presunção!
Tu que és nosso Platão e nosso Galeno![1]
O amor eleva aos céus nossos corpos terrenos,
E faz até os montes dançarem de alegria!
Ó amante, foi o amor que deu vida ao Monte Sinai,
Quando "o monte estremeceu e Moisés perdeu os sentidos".
Se meu Amado apenas me tocasse com seus lábios,
Também eu, como a flauta, romperia em melodias.
Mas aquele que se aparta dos que falam sua língua,
Ainda que tenha cem vozes, é forçosamente mudo.
Depois que a rosa perde a cor e o jardim fenece,
Não se ouve mais a canção do rouxinol.
O Amado é tudo em tudo, o amante, apenas seu véu;
Só o Amado é que vive, o amante é coisa morta.
Quando o amante não sente mais as esporas do Amor,
Ele é como um pássaro que perdeu as asas.
Ai! Como posso manter os sentidos,
Quando o Amado não mostra a luz de Seu semblante?
O Amor quer ver seu segredo revelado,
Pois se o espelho não reflete, de que servirá?
Sabes por que teu espelho não reflete?
Porque a ferrugem não foi retirada de sua face.
Fosse ele purificado de toda ferrugem e mácula,
Refletiria o brilho do Sol de Deus.

Rumi


[1] GALENO: um dos pilares da medicina, cuja doutrina foi difundida pelos árabes na Idade Média.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Viaja dentro de ti - Rumi

Viaja dentro de ti (Rumi)

Pudesse a árvore vagar
E mover-se com pés e asas,
Não sofreria os golpes do machado
Nem a dor de ser cortada.

Não errasse o sol por toda a noite,
Como poderia ser o mundo iluminado
A cada nova manhã?

E se a água do mar não subisse ao céu,
Como cresceriam as plantas
Regadas pela chuva e pelos rios?

A gota que deixou seu lar, o oceano,
E a ele depois retornou,
Encontrou a ostra à sua espera
E nela se fez pérola.

Não deixou José seu pai
Em lágrimas, pesar e desespero,
Ao partir em viagem para alcançar
O reinado e a fortuna?

Não viajou o Profeta
Para a distante Medina
Onde encontrou novo reino
E centenas de povos para governar?

Faltam-te pés para viajar?
Viaja dentro de ti mesmo,
E reflete, como a mina de rubis ,
Os raios de sol para fora de ti.

A viagem te conduzirá a teu ser,
Transmutará teu pó em ouro puro.

Ainda que a água salgada
Faça nascer mil espécies de frutos,
Abandona todo amargor e acidez
E guia-te apenas pela doçura.

É o Sol de Tabriz que opera todos os milagres:
Toda árvore ganha beleza
Quando tocada pelo sol.

("Poemas Místicos", de Jalad ud-Din Rumi, poeta Persa século XIII - Editora Attar)

segunda-feira, 6 de junho de 2011

A Caaba do coração (Rumi)

A Caaba do coração (Rumi)

O conhecimento acaba de chegar
- talvez não o saibas.

O coração invejoso está sangrando
-Talvez não tenhas coração.

A lua revelou sua face e abriu suas asas radiantes.
Toma emprestado uma alma e um par de olhos
caso também não o tenhas.

A cada dia e a cada noite te alcança uma flecha alada
arremessada por um arco invisível.
O que podes fazer se não tens escudo?
Curva tua vida.

Não foi o cobre da existência,
como a face de Moisés, transmutado em ouro
pela divina alquimia?

Que importa se não tens ouro num saco como Qarun?
Dentro de ti há um Egito e tu és o seu canavial.
Incomoda-te não teres uma reserva de açúcar?

Viraste um escravo da forma, como os idólatras.
tu te parece com José, e ainda assim não te vês.
Por Deus, quando vires tua própria beleza no espelho,
Serás o ídolo de ti mesmo, não o cederás a ninguém.

Ó razão, não serás um tanto injusta
ao chamá-lo de parente da lua?
Acaso estás cega?

Tua cabeça é como uma lâmpada de seis mechas.
Como acendê-las todas sem possuir a centelha?

Teu corpo é como um camelo ou um asno
que se dirige à Caaba do coração:
se fracassas na perseguição é por tua natureza animal
e não por falta de montaria que te possa levar.

Se ainda não foste à Caaba,
a Fortuna mesma há de conduzir-te até lá.
Não queiras escapar, ó parlador,
não encontrarás refúgio contra Deus.

sábado, 7 de maio de 2011

Poemas - Rumi


Teu amor chegou a meu coração e partiu feliz.
Depois retornou e se envolveu com o hábito do amor,
mas retirou-se novamente.
Timidamente, eu lhe disse: “Permanece dois ou três dias!”
Então veio, assentou-se junto a mim e esqueceu-se de partir

Rumi - Rubai-yát

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Poemas - Rumi

Não posso dormir quando estou contigo
por causa de teu amor.
Não posso dormir quando estou sem ti
por causa de meu pranto e gemidos.
Passo as duas noites acordado
mas, que diferença entre uma e outra!

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Poemas - Rumi - Através do Amor

Através do Amor, o que é amargo parece doce,
Através do Amor, pedaços de cobre transformam-se em ouro.
Através do Amor, a borra sabe a puro vinho,
Através do Amor, as dores são como bálsamo.
Através do Amor, os espinhos se tornam rosas,
Através do Amor, o vinagre vira vinho doce.
Através do Amor, o pelourinho se transforma em trono,
Através do Amor, um revés da fortuna parece boa sorte.
Através do Amor, uma prisão parece um jardim de rosas,
Sem amor, um jardim parece uma grelha cheia de cinzas.

Através do Amor, o fogo ardente é uma luz agradável,
Através do Amor, o Demônio se torna uma huri.
Através do Amor, pedras duras tornam-se macias como manteiga,
Sem amor, a mole cera se transforma em duro ferro.

Através do Amor, a tristeza é como alegria,
Através do Amor, os vampiros se convertem em anjos.
Através do Amor, ferroes são como mel,
Através do Amor, os leões são dóceis como camundongos.
Através do Amor, a doença é saúde,
Através do Amor, a ira é como misericórdia.
Através do Amor, os mortos ressuscitam,
Através do Amor,o rei torna-se escravo.

Rumi

Postado por Lu Khayyan

Poemas - Rumi - A Alquimia do Amor

A Alquimia do Amor

Você chega a nós
Vindo de um outro mundo
Além das estrelas e
De um espaço sem fim.
Transcedental, puro,
De uma beleza inimaginável,
Trazendo com você
A essência do amor.
Você transforma tudo o que toca
Aflições banais,
Problemas e tristezas
Dissolvem-se na sua presença,
Trazendo alegria
Aos comandantes e aos comandados,
Aos plebeus e aos reis.
Você nos enfeitiça
Com sua graça.
Qualquer mal
Transforma-se em
Bem.
Você ascende a chama do amor
Na terra e no céu,
No coração e na alma
De cada ser humano.
Com seu amor
O existir e o não-existir se unem.
Os opostos de fundem.
E tudo o que é profano
Torna-se sagrado outra vez.

Postado por Lu Khayyán

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Livros - Deepak Chopra - Love poems of Rumi



Poemas - Meu coração flamejante - Rumi


My Burning Heart

My heart is burning with love
All can see this flame
My heart is pulsing with passion
like waves on an ocean
My friends have become strangers
and I'm surrounded by enemies
But I'm free as the wind
no longer hurt by those who reproach me
I'm at home wherever I am
and in the room of lovers
I can see with closed eyes
the beauty that dances
Behind the veils
intoxicated with love
I too dance the rhythm
of this moving world
I have lost my senses
in my world of lovers


Trad livre

Meu coração queima de amor
Todos podem ver essa chama

Ele está pulsando com paixão
como as ondas do oceano

Meus amigos tornaram-se estranhos
e estou cercado de inimigos,
mas livre como o vento,
não sou mais afetado 
por aqueles que me censuraram.

Estou em casa
onde quer que seja
e na sala dos amantes
posso ver com os olhos fechados
a beleza que dança
por trás dos véus.

Ébrio de amor,
também danço no ritmo
deste mundo em movimento.

Perdi meus sentidos
em meu mundo 
de amantes.

Djalal Ud-din RUMI

sábado, 15 de janeiro de 2011

Poemas - Eu sou Tu - Jalaludin Rumi

[Eu sou Tu]

Sou as partículas de pó à luz do sol,
sou o círculo solar.
Ao pó digo: "não te movas",
e ao sol: "segue girando".

Sou névoa da manhã
e a brisa da tarde.
Sou o vento na copa das árvores
e as ondas contra o penhasco.

Sou o mastro, o leme, o timoneiro e a quilha
e o recife de coral em que naufragam as embarcações.
Sou a árvore em cujo galho tagarela o papagaio,
sou silêncio e pensamento, e também todas as vozes.

Sou o ar pleno que faz surgir a música da flauta,
a centelha da pedra, o brilho do metal.
Sou a vela acesa e a mariposa
girando louca ao seu redor.
Sou a rosa e o rouxinol
perdido em sua fragrância.

Sou todas as ordens de seres,
a galáxia girante,
a inteligência imutável,
o ímpeto e a deserção.
Sou o que é
e o que não é.
Tu, que conheces Jalal ud-Din,
Tu, o Um em tudo,
diz quem sou.
Diz: eu sou
Tu.

Djalal ud-Din RUMI

sábado, 18 de dezembro de 2010

Poemas - Jalaludin Rumi - A morte e o amor

A morte e o amor

Só a morte põe fim seguro
às dores e aflições da vida.
A vida, porém,temerosa,
tudo faz para adiar esse encontro.


É que a vida vê da morte
apenas a mão sombria
e fecha os olhos à luzente taça
que a mesma morte oferece.


Asim também foge do amor
o coração apaixonado,
receoso de um dia morrer
da mesma paixão por que vive.

"Lá onde nasce o verdadeiro amor 
morre o 'eu', esse tenebroso déspota. 
Tu o deixas expirar no negro da noite 
e livre respiras à luz da manhã." 

- Djalal Ud-Din-Rumi -

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Poemas - Rumi - Masnavi



 Por mais que se descreva ou se explique o amor,
quando nos apaixonamos envergonhamo-nos de nossas palavras.
A explicação pela língua esclarece a maioria das coisas,
Mas o amor não explicado é mais claro.
Quando a pena se apressou em escrever,
Ao chegar no tema do amor, partiu-se em duas.
Quando o discurso tocou na questão do amor,
A pena partiu-se e o papel rasgou-se.
Ao explicá-lo, a razão logo empaca, como um asno no atoleiro;
Nada senão o próprio Amor pode explicar o amor e os amantes...

Djalal Ud-Din RUMI
Trecho do Masnavi

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Poemas - Encontro de Almas - Rumi



Encontro de almas

Vem.
Conversemos através da alma.
Revelemos o que é secreto aos olhos e ouvidos.

Sem exibir os dentes,
sorri comigo, como um botão de rosa.
Entendamo-nos pelos pensamentos,
sem língua nem lábios.

Sem abrir a boca,
contemo-nos todos os segredos do mundo,
como faria o intelecto divino.

Fujamos dos incrédulos
que só são capazes de entender
se escutam palavras e vêem rostos.

Ninguém fala para si mesmo em voz alta.
Já que todos somos Um,
falemos desse outro modo.

Como podes dizer à tua mão: "toca",
se todas as mãos são uma?
Vem, conversemos assim.

Os pés e as mãos conhecem o desejo da alma.
Fechemos pois a boca e conversemos através da alma.
Só a alma conhece o destino de tudo, passo a passo.

Vem, se te interessas, posso mostrar-te.

(Jalal ud-Din RUMI. Tradução: José Jorge de Carvalho - Poemas místicos: Divan de Shams de Tabriz. Editora Attar)

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Poemas - Somos uma só alma - Rumi




Em verdade, 
somos uma só alma, 
eu e tu.

Aparecemos e nos ocultamos,
Tu em mim, 

eu em ti.

Aqui está o sentido profundo da minha relação contigo:
Já não existe entre mim e ti,
Nem mim, nem tu.


Somos o espelho e o rosto ao mesmo tempo.


Estamos ébrios do cálice eterno.


Somos o bálsamo e a cura,
Somos a água da juventude e aquele que a verte.


Quando o teu olho 

se tornou num olho 
para o meu coração,

Meu coração cego se inundou nessa visão.


Vi que eras o espelho universal 

para toda a eternidade:
E eu disse: 


"No final, eu encontrei a mim mesmo:
Em seus olhos conheci o caminho da luz".

 Djalal Ud-Din RUMI

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Poemas - Mevlana Jalal ud-Din Rumi - A evolução da forma



A evolução da forma
(Mevlana Jalaludin Rumi, séc XIII, Divan de Shams de Tabriz)

Toda forma que vês
tem seu arquétipo no mundo sem-lugar.
Se a forma esvanece, não importa,
permanece o original.

As belas figuras que viste,
as sábias palavras que escutaste,
não te entristeças se pereceram.

Enquanto a fonte é abundante,
o rio dá água sem cessar.
Por que te lamentas se nenhum dos dois se detém?

A alma é a fonte,
e as coisas criadas, os rios.
Enquanto a fonte jorra, correm os rios.
Tira da cabeça todo o pesar
e sorve aos borbotões a água deste rio.
Que a água não seca, ela não tem fim.

Desde que chegaste ao mundo do ser,
uma escada foi posta diante de ti, para que escapasses.
Primeiro foste mineral;
depois, te tornaste planta,
e mais tarde animal.
Como pode ser isto segredo pra ti?

Finalmente foste feito homem,
com conhecimento, razão e fé.
Contempla teu corpo - um punhado de pó -
vê quão perfeito se tornou!

Quando tiveres cumprido tua jornada,
decerto hás de regressar como anjo;
depois disso, terás terminado de vez com a terra,
e tua estação há de ser o céu.

Passa denovo pela vida angelical,
entra naquele oceano,
que tua gota se torne mar,
cem vezes maior que o Mar de Oman.

Abandona este filho que chamas corpo
e diz sempre "Um" com toda a alma.
Se teu corpo envelhece, que importa?
Ainda é fresca tua alma.



terça-feira, 1 de junho de 2010

Poemas - O fogo que derrete o véu - Jalaludin Rumi



O fogo que derrete o véu

Atenta para as sutilezas que não se dão em palavras.
Compreende o que não se deixa capturar pelo entendimento.

Dentro do coração
  empedernido
do homem
arde
o fogo que derrete
o véu
de cima abaixo.

Desfeito o véu, 
o coração descobre histórias de Hidr
e todo o saber que vem de nós

A antiga história de amor 
entre a alma e o coração
regressa sempre
em vestes renovadas.

Ao recitares "sol"
contempla o sol.
Sempre que recitares "não-sou"
contempla a fonte do que és.

Jalaludin Rumi

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Poemas 3 - Jalaludin Rumi - A viagem do sonho

 

A viagem do sonho

Com a oração da noite,
quando o sol declina e se esconde,
fecha-se a via dos sentidos
e abre-se o caminho ao não-visto.

O anjo do sono conduz então os espíritos
como o pastor o seu rebanho.
Para além do espaço, em pradarias transcendentes,
que cidades, que jardins ele nos mostra!

Quando o sono nos rouba a imagem do mundo,
o espírito contempla mil formas e maravilhas.
É como se habitasse desde sempre essas paragens,
já não recorda a vida na terra,
nem sente casaço ou tristeza.

O coração liberta-se por inteiro
do peso do mundo, de toda opressão,
e já nem percebe os cuidados que lhe sao dedicados

(Jalal ud-Din RUMI. Tradução: José Jorge de Carvalho - Poemas místicos: Divan de Shams de Tabriz. Editora Attar) 

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Leituras 1 - Masnavi - Jalaludin Rumi

Leituras que gostaria de compartilhar e deixar guardado em uma estante online!
Espero que gostem.

Nº1 - Masnavi - Jalaludin Rumi


Este livro extraordinário, que tem sido chamado "o Alcorão em persa”, é um dos mais importantes textos fundadores da Tradição Sufi.
O estudo deste livro revela a altura que o ser humano pode alcançar em sua busca por um lugar no Grande Desenho do Universo.
A cada leitura, camadas mais e mais profundas de significação tornam-se manifestas, e mais o buscador é encorajado a desenvolver níveis de compreensão ainda mais profundos.
Recomendo o estudo deste livro para todos aqueles cujos sentimentos os dirigem para o caminho do desenvolvimento moral e espiritual.
Deve ser lido com atenção e disciplina.

Sayed Omar Naqshband

Link para o download do Masnavi em formato do Word em Português-Brasil, o arquivo está compactado (zipado), e conta com os seis volumes, ou seja, o livro completo. Abaixo:

Rumi - Masnavi