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terça-feira, 19 de abril de 2011
sábado, 15 de janeiro de 2011
Abençoando a comida - Paramahansa Yogananda
Pai Celestial, recebe este alimento e santifica-O.
Todo alimento vem de Ti para alimentar
Teu Templo,
que é nosso Corpo.
Espiritualiza-O.
O Espírito volta ao Espírito.
Nós somos as Tuas pétalas,
mas Tu és a Flor,
a Beleza
e a Vida.
Permita que nossas almas sintam a Tua presença.
( Swami Paramahamsa Yogananda. Em: Yoga da alimentação natural - Chiang Sing )
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Pensamentos soltos - Yoganandaji
"Todas as religiões verdadeiras levam a Deus", disse Paramahansaji. "Procura até encontrares o ensinamento espiritual que atraia e satisfaça plenamente teu coração. E, ao encontra-lo, não permitas que nada afete a tua lealdade. Dedica a esse caminho toda a tua atenção. Focaliza tua consciência totalmente nele e alcaçarás os resultados que procuras"
Do livro: Relacionamento Guru-Discipulo
Do livro: Relacionamento Guru-Discipulo
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quinta-feira, 17 de junho de 2010
Pensamentos soltos - Yogananda
Rastejar, o homem sabe muito bem; o desespero raramente lhe parece um estranho; estas perversões, entretanto, não pertencem ao verdadeiro destino do homem. Quando quiser, ele se colocará na senda da liberdade. Durante demasiado tempo, ele deu ouvidos ao deprimente pessimismo de seus conselheiros que proclamam “tu és pó”, sem atentar para a natureza indomável da alma. (Autobiografia)
Yoganandaji
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sábado, 8 de maio de 2010
Pensamentos soltos - Yogananda
Reverencio o Pai Único, Infinito, manifestado de várias formas em todas as igrejas e templos que foram erguidos em sua honra. Adoro o Deus único que repousa sobre os altares variados dos diferentes ensinamentos e credos religiosos. (Paramahansa Yogananda)
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quinta-feira, 15 de abril de 2010
Pensamentos soltos 5
Pai, transfere a minha consciência das limitações que me são sugeridas pelos outros e por meus próprios pensamentos de fraqueza, para a compreensão de que eu, Teu filho, sou o dono de Teu reino de infinitas riquezas! (Yogananda)
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quarta-feira, 14 de abril de 2010
Amor em expansão - Yogananda
O reino do meu amor há de se expandir.
Tenho amado mais meu corpo que qualquer outra coisa
Por isso estou identificado com ele e limitado por ele.
Com o amor que tenho dedicado a meu corpo, amarei todos aqueles que me amam.
Com o amor expandido daqueles que me amam, amarei os que fazem parte da minha vida.
Com o amor que sinto por mim e pelos meus, amarei os estranhos.
Usarei todo meu amor para amar tanto os que não me amam quanto os que me amam.
Banharei todas as almas em meu amor sem egoísmo.
No oceano do amor, nadarão meus familiares, meus compatriotas, todas as nações e todas as criaturas.
A criação inteira, as miríades de minúsculos seres vivos dançarão sobre as ondas de meu amor.
Paramahansa Yogananda
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Poemas 12 - Samadhi - Paramahansa Yogananda
Samadhi
Levantados os véus de luz e sombra,
Evaporada toda a bruma de tristeza,
Singrado para longe todo o amanhecer de alegria transitória,
Desvanecida a turva miragem dos sentidos.
Amor,
Evaporada toda a bruma de tristeza,
Singrado para longe todo o amanhecer de alegria transitória,
Desvanecida a turva miragem dos sentidos.
Amor,
ódio,
saúde,
doença,
vida,
morte:
Extinguiram-se estas sombras falsas na tela da dualidade.
A tempestade de maya serenou
Com a varinha mágica da intuição profunda.
Extinguiram-se estas sombras falsas na tela da dualidade.
A tempestade de maya serenou
Com a varinha mágica da intuição profunda.
Presente,
passado,
futuro,
já não existem para mim,
Somente o Eu sempiterno,
onifluente,
Eu,
em toda parte.
Planetas,
estrelas,
poeira de constelações,
terra,
Erupções vulcânicas de cataclismos do juízo final,
Planetas,
estrelas,
poeira de constelações,
terra,
Erupções vulcânicas de cataclismos do juízo final,
A fornalha modeladora da criação,
Geleiras de silenciosos raios X,
Geleiras de silenciosos raios X,
dilúvios de elétrons ardentes,
Pensamentos de todos os homens,
Pensamentos de todos os homens,
pretéritos,
presentes,
Futuros,
Toda folhinha de grama,
eu mesmo,
a humanidade,
Cada partícula da poeira universal,
Raiva,
ambição,
bem,
mal,
salvação,
luxúria,
Tudo assimilei, tudo transmutei
No vasto oceano de sangue de meu próprio Ser indiviso.
Júbilo em brasa,
freqüentemente abanado pela meditação,
Cegando meus olhos marejados,
Explodiu em labaredas imortais de bem-aventurança,
Consumiu minhas lágrimas,
meus limites,
meu todo.
Tu és Eu,
Cegando meus olhos marejados,
Explodiu em labaredas imortais de bem-aventurança,
Consumiu minhas lágrimas,
meus limites,
meu todo.
Tu és Eu,
Eu sou Tu,
O Conhecer,
o Conhecedor,
o Conhecido,
unificados!
Palpitação tranqüila,
Palpitação tranqüila,
ininterrupta,
Paz sempre nova,
Eternamente viva.
Deleite transcendente
a todas as expectativas da imaginação,
Beatitude do Samadhi!
Nem estado inconsciente,
Nem clorofórmio mental sem regresso voluntário,
Nem estado inconsciente,
Nem clorofórmio mental sem regresso voluntário,
Samadhi
Amplia meu reino consciente
Para além dos limites de minha moldura mortal
Até a mais longínqua fronteira da
Para além dos limites de minha moldura mortal
Até a mais longínqua fronteira da
Eternidade,
Onde Eu,
o Mar Cósmico,
Observo o pequeno ego flutuando em Mim.
Observo o pequeno ego flutuando em Mim.
Ouvem-se,
dos átomos,
murmúrios móveis;
A terra escura,
A terra escura,
montanhas,
vales são líquidos em fusão!
Mares fluidos convertem-se em vapores de nebulosas!
Mares fluidos convertem-se em vapores de nebulosas!
Om
sopra sobre os vapores,
descortinando prodígios.
Mais além,
Oceanos desdobram-se revelados,
Mais além,
Oceanos desdobram-se revelados,
elétrons cintilantes,
Até que ao último som do tambor cósmico,
Transfundem-se as luzes mais densas em raios eternos
De bem-aventurança que em tudo se infiltra.
Da alegria eu vim,
Até que ao último som do tambor cósmico,
Transfundem-se as luzes mais densas em raios eternos
De bem-aventurança que em tudo se infiltra.
Da alegria eu vim,
para a alegria eu vivo,
na sagrada alegria,
Dissolvo-me.
Oceano da mente;
Dissolvo-me.
Oceano da mente;
bebo todas as ondas da criação.
Os quatro véus do sólido,
líquido,
gasoso,
e luminoso,
Levantados.
Eu,
Levantados.
Eu,
em tudo,
penetro no Grande Eu.
Extintas para sempre as vacilantes,
Extintas para sempre as vacilantes,
tremeluzentes sombras,
Das lembranças mortais:
Imaculado é meu céu mental
Das lembranças mortais:
Imaculado é meu céu mental
– abaixo,
à frente
e bem acima;
Eternidade e Eu,
Eternidade e Eu,
um só raio unido.
Pequenina bolha de riso,
Pequenina bolha de riso,
eu,
Converti-me no próprio Mar da Alegria!
Converti-me no próprio Mar da Alegria!
Paramahansa Yogananda
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